Eu me sinto às vezes tão frágil, queria me debruçar em alguém, em alguma coisa. Alguma segurança. Invento historinhas para mim mesmo, o tempo todo, me conformo, me dou força. Mas a sensação de estar sozinho não me larga. Algumas paranoias, mas nada de grave. O que incomoda é esta fragilidade, essa aceitação, esse contentar-se com quase nada. Estou todo sensível, as coisas me comovem.

Caio Fernando Abreu.

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“Não escrevo algo no papel para alguém achar bonito. Escrevo para poder ler lá na frente e rir da minha própria dor. ver como superei tudo. Então não se assuste com meus textos deprimentes. São eles que me motivam a lutar.” – Ilusões de Esther (Tumblr)

Odeio conversas curtas. Quero falar sobre átomos, morte, aliens, viagens, sexo, inteligência, o significado da vida, as galáxias distantes, as mentiras que você disse, suas falhas, seus aromas favoritos, sua infância, o que mantém você acordado à noite, suas inseguranças e medos. Eu gosto de gente com profundidade, que fala com a emoção de uma mente confusa. Não quero saber de “e ai, novidades?”.

[Tom Toledo]